O atual time atleticano é o mais fraco desde 2004 quando tinha o melhor elenco do país, superior até ao Santos de Robinho. O goleiro do time, apesar de ter falhado no gol mexicano dentro da Arena, está entre os melhores do Brasil. Nas laterais, zaga e meio de campo armador, o time sofre muito. Jancarlos é fraco, embora bata na bola como poucos, o problema é que geralmente, sua permanência em campo está restrita a execução de jogadas de bola parada
. Na lateral-esquerda, Michel, é uma piada em campo, até hoje não justificou sua contratação. Na zaga, João Leonardo e César, deixam a torcida com o coração na mão sempre que tocam na bola. Danilo tem a cara de um time aqui da capital paranaense, não chega a ser uma porcaria, mas está longe de ser de primeira. No meio-de-campo, não existe alguém apto a armar uma jogada, o colombiano Ferreira joga muito, mas está sozinho e preparar jogada para o ataque não é sua especialidade. Enfim, chegar nas semi-finais da Copa Sulamericana é mais do que qualquer um poderia esperar de um time que foi, facilmente, eliminado do Campeonato Paranaense pela ADAP (quem?)!Passar pelo Pachuca seria muito difícil, deste modo, ser eliminado com uma goleada, em se tratando de Atlético, é muito melhor que ficar no "quase". Contraditório? Explico.
Em 1995, o Furacão estava na segundona, sem quaisquer perspectivas de subir. Entretanto, a diretoria de então, gostava de alardear que o time era muito bom, (é desde aquela época já era assim!) veio um Atletiba (para quem é de fora, trata-se do clássico Atlético X Coritiba), e os verdes ganharam por 5 a 1, após esta goleada, veio a "revolução" comandada por Mario Celso Petraglia, que transformou o Furacão no que ele é hoje. Ou seja, na hipótese do Rubro Negro ser eliminado, empatando o segundo jogo, ou perdendo a vaga nos penaltys, a diretoria, faria como em 95, ou como no início deste, quando o Marketing, (porque nisso o Atlético tem tradição) plantou na cabeça dos torcedores que o elenco atleticano era excelente. No começo deste ano, os dirigentes, passaram a impressão de confiar tanto no time que pouco importava quem seria o técnico, pois o clube seria campeão de tudo que disputasse, então surgiu a idéia de trazer o alemão Mathaus, para atrair a mídia internacional. Agora estamos no fim de 2006 e a conclusão é que a diretoria errou, mais uma vez.
E agora Petraglia? Qual será a atitude? Teremos em 2007 uma cópia de 2006?





